sexta-feira, 17 de maio de 2013

Quando você percebe que o seu namoro será, infelizmente, à distância!

Sexta-feira, exatamente 23h e 17 minutos. Uma noite fria, tipo aquelas que pedem cobertor, filminho e, é claro, doces e namorado! A combinação perfeita para alguns casais, o que é o nosso caso.
Uma sexta-feira assim, quente e gostosa, é o motivo da espera ansiosa pelo próximo fim de semana.
E vivemos assim por aproximadamente 750 dias, tardes, noites e madrugadas. 
Nesse momento, tenho uma certeza: a de que eu estaria feliz com mais uma sexta-feira ordinária, desses tantos dias juntos. 
Só que agora não mais. Agora, a vida não é mais faculdade e Minas Gerais. Agora, a vida tornou-se mais adulta e também cruel, pois parte de mim ficou lá em Minas, e isso dói.
Até ontem, eu apenas, imaginava e fazia 182 hipóteses de como seria voltar para o aconchego do meu lar e ficar longe de você. E logo em seguida, subir a América e não poder te abraçar, beijar e morder por 365 dias. Afinal, uma ou duas semanas, é fácil, mas a gente sofre. Imagina, um ano.  Isso tudo, o coração chora.
Hipóteses de lado, nada se compara ao que eu realmente estou sentindo. Ficar os fins de semana sem você dói. Fazer planos sem você não são tão legais. Os Domingos de preguiça e conchinha na república, não são os mesmos com a família. Ler suas cartinhas, declarações de amor escritas em qualquer pedaço de papel, olhar nossas fotos, ouvir a nossa música... Tudo isso faz bem, me conforta e me faz lembrar que por mais difícil que seja, no fundo, vai valer a pena. A distância dói, a distância machuca, a distância faz transbordar lágrimas de saudade de nossos corações. Mas, se o amor é verdadeiro, mesmo longe, nossos corações e pensamentos estarão sempre juntos, e dois corações que querem ficar juntos, ninguém separa.

aí você troca pelúcias, ou qualquer outro objeto para lembrar da pessoa amada!
To com saudade, Teddy!
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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Visa, I got you!

Olá, olá, everybody!
Depois de uma semana viajando, hoje venho contar para vocês como foi a minha entrevista para o tão esperado visto. 
 Cheguei em SP no dia 28/04 pela manhã, pois, como era Sábado a agência da Cultural Care fecharia às 14h e eu precisava ir até lá buscar meu kit visto.
 Minha amiga Maíra- que me hospedou em sua casa- me acompanhou até o local, chegamos lá por volta das 12h, resolvi tudo e aproveitei o resto do dia com ela.
 No dia seguinte, Domingo, eu tinha horário agendado no CASV para às 17h, como eu estava me locomovendo de ônibus e metrô e eu não sabia o caminho, resolvi sair bem antes para não ter o risco de me atrasar. Cheguei lá às 15h e esperei muito. Na verdade, eu esperei muito porque eu cheguei bem adiantada. 
 O local estava lotado, as pessoas iam se aglomerando em filas de acordo com seus horários. Eu era a primeira da fila das 17h, estava feliz por isso, mas no fim das contas eu acabei sendo a terceira, já que alguns idosos passaram na minha frente. Uma dica para vocês: levem um livro ou um fone de ouvido, talvez assim o tempo passe mais rápido. Se você chegar 10 minutos antes do seu horário, você não espera nada e entra direto. Porém, caso atrase, você perde seu horário. Então, como sempre, o melhor é chegar com antecedência. Depois de entrar, foi bem rápido. Eles pegaram as digitais e tiraram a foto, não mais que 20 minutos, e eu já estava liberada.
No dia seguinte, era o visto, confesso que logo ao acordar eu já estava nervosa. Meu horário estava agendado para às 12:20. Acordei antes das 8h, me arrumei e fui buscar minha mãe na rodoviária, sim, ela quis ir comigo, por achar que eu fosse me perder e não chegar no local. A verdade é que se eu fosse sem ela, eu ia chegar de qualquer jeito. rsrs
Pegamos metrôs, trens, taxi e por fim, chegamos no Consulado por volta das 11h. Novamente a fila estava imensa. Dessa vez eu não esperei muito, apenas 1 horinha. Lá você não pode entrar com bolsa e eletrônicos, sendo assim peguei minha pastinha com os documentos e deixei o resto com a minha mãe. Ela trouxe com ela um envelope com vários outros documentos que era importante que eu os tivesse em mãos para a hora da entrevista. Quando foi aproximando o meu horário, eles chamaram para entrar, nessa hora minha mãe me deu boa sorte e eu entrei. Minutos depois, para aumentar minha ansiedade e 
nervosismo, eu percebi que tinha esquecido os documentos, que minha mãe trouxe, dentro da bolsa.
Eu estava muito nervosa, ia passando de fila em fila, mudando de local, até que uns 30 minutos depois:           " pode seguir na cabine 12 e aguardar sua vez". Tinham duas pessoas na minha frente, e o meu desespero só aumentava, afinal eu não estava com todos os documentos que iriam contribuir para a aprovação do meu visto.
 Não lembro nem metade das perguntas que me fizeram, não sei quanto tempo ao certo durou a minha entrevista, mas eu sei que pro meu relógio emocional, foi muito tempo. Ela perguntou umas três coisinhas em português e depois o resto só em inglês. Foram muitas perguntas, o tempo não passava e eu super nervosa, só pensando  "meu Deus, assine isso logo, vai..". Parece que foi 3 vezes mais difícil falar em inglês nesse dia.
Quando eu já não aguentava mais responder, ela assinou, me entregou o papel e falou em português                       " Parabéns, seu visto foi aprovado!". Eu agradeci e logo saí,  e não me pediram nem um papel sequer. Muita sorte!
Dicas para o dia do visto, confiram toda a documentação várias vezes antes e também no momento de entrar no Consulado. Tentem manter a calma, não pensar muito para responder e ser sincera nas respostas. Eu fiz o contrário de tudo isso por nervosismo,e felizmente eu consegui.